Frei Galvão através dos tempos

Muitos anos antes da Igreja Católica considerar a necessidade de usar, para a divulgação de sua doutrina, os atuais meios de comunicação, como o rádio, a TV, a Internet e outros meios que ainda virão, Frei Galvão já estava sendo considerado como o Santo da mídia, do século vinte e um, do terceiro milênio.

Muito além dos púlpitos - que se restringem apenas aos fiéis que rezam e se reúnem sempre em um mesmo templo, a mídia leva a imagem, a história e a devoção dos santos, a todos lares, bares e grandes concentrações. Exemplo maior foi a divulgação que nosso Santo Antônio de Guaratinguetá recebeu em sua canonização no Campo de Marte, em São Paulo, pelo Papa Bento XVI que, em raro ato de Canonização fora do Vaticano, com transmissão para todo o mundo, abençoou nosso Frei Galvão, como o primeiro brasileiro na Glória dos Santos.

Isto leva a se concluir que Santo Antônio de Guaratinguetá é um Santo da mídia, e como não podia deixar de ser, um Santo do século vinte e um, daí a necessidade de se usar da mídia, através deste site, levando seu nome e fé para o mundo inteiro.

A formação dessa Confraria veio atender ao desejo dos Cavaleiros de São Gonçalo e São Benedito (entidade vinda do século dezoito), de criar uma nova Cavalaria para homenagear o Santo Antônio de Guaratinguetá.

Primeira Cavalgada - realizou-se em 21 de outubro de 2007, em manhã de céu azul, tendo à frente uma charrete com uma imagem de Frei Galvão, sob um arco de flores amarelas. A seguir, veio a Diretoria com o Estandarte da Confraria de Cavaleiros de Frei Galvão e da Cavalaria de São Benedito e São Gonçalo, acompanhada de mais de 300 Cavaleiros, com camisetas brancas com o símbolo da Confraria.

O trajeto seguiu pela Casa de Frei Galvão, pela Catedral de Santo Antônio, encerrando-se na Igreja de Frei Galvão.

A Casa de Frei Galvão é hoje ponto de chegada e de partida de Caminhantes, Ciclistas e Cavaleiros, desde a criação do Caminho de Frei Galvão e da Estrada Real.

O Caminho de Frei Galvão começa na Serra da Mantiqueira, em São Bento do Sapucaí, a 180 km de Guaratinguetá.

Foi por este caminho de trilhas que chegou à Casa de Frei Galvão, a imagem em jacarandá do Santo Protetor, de autoria do artista popular Ditinho Joana, também de São Bento do Sapucaí.

A Estrada Real, antigo Caminho do Ouro, liga Diamantina e Ouro Preto, estado de Minas Gerais à Paraty, no estado do Rio de Janeiro, porto onde era embarcado o ouro das Minas Gerais.

Guaratinguetá fica no caminho desse longo trajeto, percorrido através de marcos indicativos, rota tradicional vinda do tempo em que vivia Frei Galvão.

Junto à imagem Protetora de Frei Galvão, e à frente das bandeiras do Brasil, de São Paulo e de Guaratinguetá, Caminhantes, Ciclistas e Cavaleiros vindos também de outras terras, recebem o Diploma de Visita à Casa, local sagrado onde nasceu Santo Antônio de Sant’Ana Galvão.

Inúmeros presentes foram entregues ao Papa Bento XVI, em sua estadia em Aparecida, após a canonização de Frei Galvão.

Entre eles destacaram-se a tela a óleo da artista Nazareth (Maria Nazareth Coelho Antunes de Oliveira) retratando Frei Galvão Construtor e uma imagem de Santo Antônio de Sant’Ana Galvão, em gesso, ofertada pela indústria Salles & Salles. Esta recebeu em agradecimento uma Benção do Papa Bento XVI, que está em exposição na Casa de Frei Galvão.




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